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uem foi criança na década de 80 deve se lembrar daquelas revistas que vinham com bonequinhas de colorir e recortar. As meninas se divertiam com as possibilidades de roupinhas que podiam destacar e colocar sobre as bonecas de papel. Hoje, três décadas depois, a brincadeira evoluiu e virou negócio. As meninas-moças podem comprar looks inteiros pela internet. A gerente de Marketing da Privalia no Brasil, Débora Capobianco, que esteve na Capital a convite da CDL POA, confirmou essa tendência, na prática: a bota que usava havia sido comprada virtualmente.
“As pessoas começam adquirindo livros, cds e dvds. Depois, quando se sentem mais seguras, passam a consumir roupas e sapatos”, garantiu Débora, em sua fala durante o Zoom Varejo Digital. Revelando números da E-bit, observou que o e-commerce movimentou cerca de R$ 16 bilhões neste primeiro semestre, com tíquete-médio de R$ 333,40 e mais de 63 milhões de e-consumidores no Brasil. Sendo que moda e acessórios pertencem à categoria mais vendida pela internet, com 19% do mercado.
Foto: Michael Paz