A taxa para a região metropolitana de Porto Alegre aumentou em 0,1p.p. na média móvel em 12 meses, embora o índice tenha diminuído em 0,1p.p. Para o Brasil, houve aumento de 0,2 p.p. tanto no índice puro como na média móvel em 12 meses.O mês de abril foi o sexto mês seguido de aumento da população ocupada (na comparação com o mesmo mês do ano anterior) para a região metropolitana de Porto Alegre. Já em nível nacional, esse mês é quinto mês consecutivo de queda na população ocupada na mesma base de comparação. Os dados de abril de 2015 mostram:
- Taxa de desocupação: 5,0% na Grande Porto Alegre, e 6,4% no Brasil;
- Variação frente a março/14: +1,8p.p. na Grande Porto Alegre, e +1,5 p.p. no Brasil
- Média-móvel em 12 meses: 4,3% na Grande Porto Alegre, e 5,2% no Brasil.
- Variação frente a fevereiro/15, na média móvel em 12 meses: +0,1 p.p. na Grande Porto Alegre, e +0,2 p.p. no Brasil.
(em % da população economicamente ativa)
Fontes: IBGE. Elaboração: AE/CDL POA.
Considerações da Assessoria Econômica
A taxa de desocupação mantém os sinais de uma tendência crescente nesse início de ano, observado nas notas anteriores. Somente nesse ano, a taxa para o Brasil subiu 1,8 ponto percetual (Para a RMPA esse aumento foi de 1,7 p.p.). Embora tenha havido diminuição da taxa para a RMPA frente a março (de 5,1% para 5,0%), não há evidências para afirmar que a taxa não voltará a crescer nos meses seguintes.(var. % – igual mês ano anterior)
Fontes: IBGE. Elaboração: AE/CDL POA.
Como explicamos nas notas anteriores, o cálculo da taxa de desemprego é realizado utilizando os dados de pessoas ocupadas e os da população economicamente ativa. Portanto, entram para a estatística de desemprego aqueles que pertencem à população economicamente ativa, mas não estão entre as pessoas ocupadas. Nesse sentido, é importante observar o comportamento da população ocupada, que vem decrescendo constantemente no Brasil, frente ao mesmo mês do ano anterior. Nessa mesma base de comparação, houve crescimento constante da população ocupada na RMPA, mesmo tendo havido um forte crescimento da taxa de desocupação nos primeiros meses de 2015.