CDL POA Talks ensina a reduzir a necessidade de capital de giro em estoques utilizando a inteligência de dados

Na terça-feira, 14 de setembro, a CDL POA e a Rede de Entidades Parceiras realizaram mais uma edição do CDL POA Talks em seu canal do YouTube. O evento mostrou alternativas para melhorar o processo de compra e a gestão de estoque, de modo a reduzir a necessidade de capital de giro aplicado. O empresário Guilherme D’Masseroni, CEO e fundador da James Tip, ferramenta de inteligência artificial para gestão de estoques, parceira da CDL POA e Rede de Entidades Parceiras no Info Hub, falou da importância em transformar a gestão operacional em estratégica, por meio da leitura de dados e sua interpretação a partir da inteligência analítica na avaliação de indicadores.   

Masseroni explicou que, hoje em dia, não é mais viável gerenciar todas as variáveis que compõem a gestão de estoque de uma empresa de forma analógica. “Sempre foi assim”, “estamos há anos neste mercado”, apesar de relevantes, estas afirmações não comprovam uma gestão mais saudável e benéfica para o negócio. Um dos maiores objetivos de uma gestão de estoques é a redução do capital de giro, responsável por manter a operação de pé. Para entender o capital de giro, é importante entender quais são seus excessos, rupturas, estoque máximo, estoque mínimo, estoque médio, sazonalidade, custos operacionais, lead time (tempo de compra até chegar ao estabelecimento) e cobertura. São indicadores flutuantes, vivos.    

O estoque é um armazenamento de recursos materiais em um sistema de produção e operação, e a sua ruptura, quando falta mercadoria para a reposição, significa a desastrosa perda de uma venda. A previsão entra como recurso essencial na cadeia de estoque, especialmente em um momento em que há um desabastecimento de matéria-prima na indústria, decorrente de diversos fatores, como a pandemia do coronavírus. O excesso de estoque é uma realidade recorrente nas empresas, justamente pela dificuldade de previsibilidade das mais diversas variáveis.    

Com a evolução tecnológica, empresas adotaram inúmeros processadores de dados, entretanto, as informações não conversam entre si, como os ERPs e os CRMs, ferramentas que organizam os processos de gestão e de comportamento de clientes.  As informações tecnológicas foram suplantadas pela complexidade dos processos, entretanto, essa realidade pode ser modificada por meio da inteligência artificial de dados.   

É importante saber quantos indicadores (KPIS) a empresa apura e quantos utiliza. Segundo Masseroni, não adianta mensurar a todo momento e não operacionalizar, não dar vazão aos indicadores. Hoje, os varejistas e distribuidores devem deixar de ser operacionais para serem estratégicos. Previsão de compra deve ser rápida e deve mudar a lógica, sempre. Uma agenda de compra deve saber se o mercado mudou, pois é um comportamento contínuo, se há agenda travada, a operação fica travada.    

É justamente para organizar os processos, a partir a aplicação de regras de negócios determinadas pela empresa, que a inteligência artificial entra para tornar a jornada ágil e estratégica. O empresário destaca que a ferramenta do Info Hub da CDL POA e Rede de Entidades Parceiras possuem integração com os ERPs e que foram construídas para pequenos e médios negócios.    

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Data

15 setembro 2021

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