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População Ocupada continua estável, mas queda na população disposta a trabalhar fez com que a Taxa de Desemprego caísse em fevereiro.

[/vc_column_text][vc_column_text]Os dados sobre o Mercado de Trabalho em fevereiro mantêm o cenário de gargalo nas variáveis do emprego tanto no Rio Grande do Sul quanto no Brasil:

  • Taxa de desemprego fechou em 3,3% na Grande Porto Alegre, e 5,1% no Brasil;
  • Em relação a fevereiro/13 houve queda 0,6 ponto percentual na Grande Porto Alegre, e 0,4 p.p. no Brasil;
  • Na média em 12 meses, manteve-se estável em3,4% na Grande Porto Alegre, e em 5,3% no Brasil;

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][ultimate_heading alignment=”center” spacer=”line_only” spacer_position=”middle” spacer_img_width=”48″ line_style=”solid” line_height=”1″ line_color=”#333333″ icon_type=”selector” icon_size=”32″ icon_style=”none” icon_color_border=”#333333″ icon_border_size=”1″ icon_border_radius=”500″ icon_border_spacing=”50″ img_width=”48″ line_icon_fixer=”10″ main_heading=”Taxa de Desemprego – Brasil e Grande Porto Alegre” main_heading_font_size=”15″ sub_heading_font_size=”12″ sub_heading_margin=”margin-bottom:15px;”](em % da população economicamente ativa)[/ultimate_heading][vc_single_image image=”992″ alignment=”center” border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”full” css=”.vc_custom_1406748026168{margin-bottom: 15px !important;}”][vc_column_text el_class=”fonteGrafico”]

Fontes: IBGE.  Elaboração: NI/CDL Porto Alegre

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]Em termos de valores pagos, os rendimentos médios efetivamente recebidos (referentes às horas trabalhadas em janeiro/14) apontam crescimento acima da inflação no mercado:

  • aumento de 5,7% na comparação com janeiro/13, em Porto Alegre: R$ 1.983 contra R$ 1.877;
  • aumento de 4,7% na comparação com janeiro/13, no Brasil: R$ 2.040 contra R$ 1.948.
  • como resultado, a renda do trabalho (massa salarial) cresceu 2,2% no Brasil, e 7,8% em Porto Alegre – no acumulado em 12 meses, já descontada a inflação.

[/vc_column_text][vc_column_text]

Considerações da Assessoria Econômica

Conforme destacamos nas últimas notas, a taxa de desemprego estabilizou-se abaixo de 4% em Porto Alegre, e abaixo de 6% para o resto do país.

A queda de fevereiroem relação ao mesmo mês do ano anterior, no entanto, não é causada pelo aumento de pessoas ocupadas. Tanto no Brasil como em Porto Alegre, o número de pessoas ocupadas variou levemente: 0,01% e -0,6%, respectivamente.

O que ocorreu em fevereiro foi uma redução maior na oferta de trabalho (população disposta a trabalhar, que chamamos de economicamente ativa) que no número de pessoas que ocupadas– tanto no Brasil, quanto na Grande Porto Alegre.

Nos últimos meses ressaltamos que o gargalo no mercado de trabalho está mais ligado à oferta de pessoas disponíveis para trabalhar – e com a qualificação desejada. A demanda por trabalho (barras coloridas), mês a mês, variou menos que a oferta de trabalho (barras escuras) (gráfico abaixo) – tanto no Brasil quanto na Grande Porto Alegre.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][ultimate_heading alignment=”center” spacer=”line_only” spacer_position=”middle” spacer_img_width=”48″ line_style=”solid” line_height=”1″ line_color=”#333333″ icon_type=”selector” icon_size=”32″ icon_style=”none” icon_color_border=”#333333″ icon_border_size=”1″ icon_border_radius=”500″ icon_border_spacing=”50″ img_width=”48″ line_icon_fixer=”10″ main_heading=”Variação nas Populações “Disposta a Trabalhar (PEA)” e “Ocupada” – em mil pessoas” main_heading_font_size=”15″ sub_heading_font_size=”12″ sub_heading_margin=”margin-bottom:15px;”][/ultimate_heading][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/3″][vc_single_image image=”993″ alignment=”center” border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”full” css=”.vc_custom_1406748060818{margin-bottom: 15px !important;}”][vc_column_text el_class=”fonteGrafico”]

Fontes: IBGE.  Elaboração: NI/CDL Porto Alegre

[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”2/3″][vc_single_image image=”994″ alignment=”center” border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”full” css=”.vc_custom_1406748080184{margin-bottom: 15px !important;}”][vc_column_text el_class=”fonteGrafico”]

Fonte: SCPC; NI/CDLPOA.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]Como conseqüência, a menor oferta de trabalho mantém o mercado aquecido e os salários em crescimento – que, além disso, cresceram mais rapidamente que a produtividade.

O resultado do aumento da renda é positivo para o Varejo e Serviços– porém seus efeitos se dão apenas no curto prazo.

Como há um número cada vez menor de pessoas dispostas a trabalhar, e os aumentos salariais estão descolados da produtividade, isso representa custos maiores às empresas. Assim, os ganhos do mercado às famílias esgotam-se rapidamente ao pressionarem os preços dos produtos– o que reduz a capacidade de compra das famílias no momento seguinte.

Como o nível de investimentos não se alterou sensivelmente, isso também representa uma restrição à expansão mais rápida da economia.

Nesse cenário, as empresas buscam formas de substituir pessoas por processos mais automatizados, menos complexos, ou divisão de tarefas para outros funcionários. Isso impede que os custos cresçam mais rapidamente, gerando menos demanda por pessoas – como temos verificado pela estabilidade na população ocupada.

Como os fudamentos que provocam essa pressão na oferta de trabalho devem continuar esse ano, e o processo de substituição ocorre de forma gradual, mantemos nossa projeção de que o mercado de trabalho deve se manter apertado em 2014, similar ao que ocorreu em 2013.

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