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População Ocupada manteve-se estável, mas nova queda na população disposta a trabalhar reduziu ainda mais a Taxa de Desemprego em março.

[/vc_column_text][vc_column_text]Os dados sobre o Mercado de Trabalho em março mantêm o cenário de gargalo nas variáveis do emprego tanto no Rio Grande do Sul quanto no Brasil:

  • Taxa de desemprego fechou em 3,2% na Grande Porto Alegre, e 5% no Brasil;
  • Em relação a março/13 houve queda 0,8 ponto percentual na Grande Porto Alegre, e 0,6 p.p. no Brasil;
  • Na média em 12 meses, reduziu para 3,3% na Grande Porto Alegre, mas manteve-se estável em 5,3% no Brasil;

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][ultimate_heading alignment=”center” spacer=”line_only” spacer_position=”middle” spacer_img_width=”48″ line_style=”solid” line_height=”1″ line_color=”#333333″ icon_type=”selector” icon_size=”32″ icon_style=”none” icon_color_border=”#333333″ icon_border_size=”1″ icon_border_radius=”500″ icon_border_spacing=”50″ img_width=”48″ line_icon_fixer=”10″ main_heading=”Taxa de Desemprego – Brasil e Grande Porto Alegre” main_heading_font_size=”15″ sub_heading_font_size=”12″ sub_heading_margin=”margin-bottom:15px;”](em % da população economicamente ativa)[/ultimate_heading][vc_single_image image=”910″ alignment=”center” border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”full” css=”.vc_custom_1406666174002{margin-bottom: 15px !important;}”][vc_column_text el_class=”fonteGrafico”]

Fontes: IBGE.  Elaboração: NI/CDL Porto Alegre

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]Em termos de valores pagos, os rendimentos médios efetivamente recebidos (referentes às horas trabalhadas em fevereiro/14) continuam apontando crescimento acima da inflação no mercado:

  • aumento de 7,3% na comparação com fevereiro/13, em Porto Alegre: R$ 2.000 contra R$ 1.863;
  • aumento de 4,3% na comparação com fevereiro/13, no Brasil: R$ 2.046 contra R$ 1.962.
  • como resultado, a renda do trabalho (massa salarial) cresceu 2,7% no Brasil, e 8,2% em Porto Alegre – no acumulado em 12 meses, já descontada a inflação.

[/vc_column_text][vc_column_text]

Considerações da Assessoria Econômica

Conforme destacamos nas últimas notas, a taxa de desemprego estabilizou-se abaixo de 4% em Porto Alegre, e abaixo de 6% para o resto do país.

A queda de março em relação ao mesmo mês do ano anterior, tal qual fevereiro, nãofoi causada pelo aumento de pessoas ocupadas. No Brasil o número de pessoas ocupadas variou levemente (0,01%), e em Porto Alegre houve até mesmo queda na demanda por trabalhadores (-1,29%).

O que ocorreu novamente foi uma redução maior na oferta de trabalho (população disposta a trabalhar, que chamamos de economicamente ativa) que no número de pessoas que ocupadas– tanto no Brasil, quanto na Grande Porto Alegre.

Nos últimos meses ressaltamos que o gargalo no mercado de trabalho está mais ligado à oferta de pessoas disponíveis para trabalhar – e com a qualificação desejada. A demanda por trabalho (barras coloridas), mês a mês, variou menos que a oferta de trabalho (barras escuras) (gráfico abaixo) – tanto no Brasil quanto na Grande Porto Alegre.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][ultimate_heading alignment=”center” spacer=”line_only” spacer_position=”middle” spacer_img_width=”48″ line_style=”solid” line_height=”1″ line_color=”#333333″ icon_type=”selector” icon_size=”32″ icon_style=”none” icon_color_border=”#333333″ icon_border_size=”1″ icon_border_radius=”500″ icon_border_spacing=”50″ img_width=”48″ line_icon_fixer=”10″ main_heading=”Variação nas Populações “Disposta a Trabalhar (PEA)” e “Ocupada” – em mil pessoas” main_heading_font_size=”15″ sub_heading_font_size=”12″ sub_heading_margin=”margin-bottom:15px;”][/ultimate_heading][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”911″ alignment=”center” border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”full” css=”.vc_custom_1406666192671{margin-bottom: 15px !important;}”][vc_column_text el_class=”fonteGrafico”]

Fontes: IBGE.  Elaboração: NI/CDL Porto Alegre

[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”912″ alignment=”center” border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”full” css=”.vc_custom_1406666209097{margin-bottom: 15px !important;}”][vc_column_text el_class=”fonteGrafico”]

Fontes: IBGE.  Elaboração: NI/CDL Porto Alegre

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]Como conseqüência, a redução na oferta de trabalho impulsiona o crescimento dos salários – e em velocidade mais rápida que a produtividade.

descolamento entre aumentos salariais e produtividade, representa custos maiores às empresas. Assim, os ganhos do mercado de trabalho aquecido às famílias esgotam-se rapidamente ao pressionarem os preços dos produtos – o que reduz a capacidade de compra das famílias no momento seguinte.

O resultado do aumento da renda é positivo para o Varejo e Serviços – porém seus efeitos se dão apenas no curto prazo.

Como o nível de investimentos não se alterou sensivelmente, isso também representa uma restrição à expansão mais rápida da economia.

Como os fudamentos que provocam essa pressão na oferta de trabalho devem continuar esse ano, e o processo de substituição de fatores ocorre de forma gradual, mantemos nossa projeção de que o mercado de trabalho deve se manter apertado em 2014, similar ao que ocorreu em 2013.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]