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[vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]Segundo a Pesquisa Mensal do Emprego (IBGE), a taxa de desemprego na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA) mateve-se relativamente estável em março, na comparação com fevereiro: 4% contra 3,9% no mês anterior. Entretanto, na comparação com março/2012, onde não há efeitos sazonais, a taxa de desemprego caiu 1,3 p.p. Em termos de pessoas, esse percentual representa cerca de 80 mil pessoas num universo de 1,9 milhões de pessoas ativas[1] no mercado da região metropolitana.

Já para o Brasil a situação foi similar, com taxa de desemprego em 5,7% nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo instituto, contra 5,6% em fevereiro e 6,2% em março passado.  Considerando o total de 22,9 milhões de pessoas ativas nas regiões pesquisas,  essa taca de desemprego representa 1,4 milhões de pessoas desocupadas.

Quanto a renda real efetivamente recebida (ou seja, descontados os efeitos da inflação), a média em Porto Alegre foi de R$ 1.761 para o total das pessoas ocupadas e R$ 1.403 para aqueles empregados no setor privado (informais ou não). Na comparação com o mesmo período do ano anterior houve crescimento de 4,1% e 0,9%, respectivamente. Já para o Brasil a renda real média foi de R$ 1.850 (total dos ocupados) e R$ 1.662 (setor privado) – o que representa crescimento real de 1,7% e 2,7% na comparação com o último março.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][ultimate_heading alignment=”center” spacer=”line_only” spacer_position=”middle” spacer_img_width=”48″ line_style=”solid” line_height=”1″ line_color=”#333333″ icon_type=”selector” icon_size=”32″ icon_style=”none” icon_color_border=”#333333″ icon_border_size=”1″ icon_border_radius=”500″ icon_border_spacing=”50″ img_width=”48″ line_icon_fixer=”10″ main_heading=”Taxa de Desemprego” main_heading_font_size=”15″ sub_heading_font_size=”12″ sub_heading_margin=”margin-bottom:15px;”](em % da população economicamente ativa)[/ultimate_heading][vc_single_image image=”2794″ alignment=”center” border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”full” css=”.vc_custom_1424440590925{margin-bottom: 15px !important;}”][vc_column_text el_class=”fonteGrafico”]

Fonte: IBGE. Elaboração: AE/CDL POA.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]Em primeiro lugar, março apresentou queda da taxa de desemprego. Ainda que na comparação com fevereiro, tanto no Brasil quanto em Porto Alegre, houve leve aumento (0,1 p.p), a comparação com março/12 – que elimina efeitos sazonais presentes na comparação com fevereiro – mostra queda significativa da taxa de desemprego (0,5 p.p para o país e 1,3 p.p em Porto Alegre e região).

Conforme afirmamos na Nota Econômica nº 7 (28/03/2013) os dados estão em linha com cenário esperado de estabilidade do nível de emprego na economia brasileira em função da retomada da atividade econômica para 2013. Nessa situação, com mercado de trabalho aquecido, é compreensível que a renda cresça mais rápido que os preços, o que por sua vez estimula o consumo das famílias.

Quando comparamos o crescimento da renda real com a evolução das vendas do Varejo, verificamos que ambas as séries apresentam boa correlação. A correlação é uma medida estatística que, quando positiva e próxima de 1 aponta que duas variáveis econômicas crescem e caem juntas. Para as séries do gráfico abaixo, a correlação é de 0,848 entre jan/2011 e jan/2013 – ou seja, as séries andam juntas e em ritmo parecido.

Por fim, destacamos que os dados foram pesquisados antes da decisão do Banco Central sobre a taxa de juros. Em geral, aumentos (ou reduções) na taxa de juros levam de 3-4 meses para surtir efeito sobre a economia, de modo que os dados de desemprego não devem sofrer grandes variações em abril. Entretanto, quanto à atividade econômica para o restante do ano achamos prudente manter a cautela e esperar mais informações sobre a decisão do Banco Central. A ata da última reunião do COPOM, a ser divulgada hoje – 25/04 – pode conter mais dados sobre as intenções da instituição quanto à novas mudanças na taxa de juros e regras de concessão de crédito.

[1] Economicamente dizemos que uma “pessoa ativa” é um indivíduo não só apto ao trabalho como que está ou empregado, ou disposto a trabalhar e procurou emprego na semana da pesquisa.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][ultimate_heading alignment=”center” spacer=”line_only” spacer_position=”middle” spacer_img_width=”48″ line_style=”solid” line_height=”1″ line_color=”#333333″ icon_type=”selector” icon_size=”32″ icon_style=”none” icon_color_border=”#333333″ icon_border_size=”1″ icon_border_radius=”500″ icon_border_spacing=”50″ img_width=”48″ line_icon_fixer=”10″ main_heading=”Massa de Salários Ampliada Disponível vs Vendas no Varejo Restrito – Brasil” main_heading_font_size=”15″ sub_heading_font_size=”12″ sub_heading_margin=”margin-bottom:15px;”](em var. % real acumulada em 12 meses)[/ultimate_heading][vc_single_image image=”2795″ alignment=”center” border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”full” css=”.vc_custom_1424440647894{margin-bottom: 15px !important;}”][vc_column_text el_class=”fonteGrafico”]

Fonte: IBGE; Banco Central do Brasil. Elaboração: AE/CDL POA.

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Assessoria Econômica
Gabriel P. Torres – Economista
gabriel.torres@cdlpoa.com.br
(51) 3017-8048   (51) 9158-6552

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