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[vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]Conforme comunicado do Banco Central, o COPOM decidiu aumentar a taxa de juros básica da economia em 0,25 p.p., elevando assim a Taxa SELIC para 7,5% a.a. De acordo com a nota da instituição, a decisão do Comitê reflete a preocupação da instituição não só com o aumento como com a dispersão dos aumentos de preços, especialmente do IPCA – que mede a meta de inflação. A decisão não foi unânime, tendo dois votos em favor da manutenção da taxa de juros nos anteriores 7,25% a.a.

O destaque da decisão é a mudança de atitude do Comitê quanto à persistência do aumento dos preços, já que nas decisões anteriores salientava essa persistência mas optava pela manutenção dos juros. Ainda conforme a nota do banco entendemos que as próximas decisões serão marcadas pela cautela e, portanto, movimentos muito bruscos na taxa de juros não devem ocorrer – salvo aconteça uma forte piora da atividade econômica interna e externa.

As expectativas do mercado estavam divididas sobre qual seria a decisão do Banco Central. A mediana de todo o mercado esperava aumento da SELIC para 7,75% a.a. Entretanto, se olhássemos a mediana das instituições que mais acertam suas projeções a expectativa era de menor aumento nos juros: entre manutenção da taxa em 7,25% a.a. e aumento para 7,5% a.a.

Salientamos que as mudanças na taxa de juros levam de 3 a 4 meses para surtir efeito sobre os preços no Brasil, de modo que a decisão de hoje não deve provocar mudança na evolução dos preços imediatamente. Entretanto, em termos de efeitos sobre crédito e taxas de juros das modalidade de empréstimo os efeitos são mais rápidos. Desta forma, não descartamos um certo aumento da inadimplência nos próximos meses.

A ata da reunião do COPOM, a ser divulgada em dia 25/04, poderá apontar se essa mudança faz parte de um novo ciclo de aumento de juros, ou se é uma decisão pontual do Banco Central.

Atualmente as expectativas de inflação apontam que o IPCA deve fechar o ano em 5,7%.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][ultimate_heading alignment=”center” spacer=”line_only” spacer_position=”middle” spacer_img_width=”48″ line_style=”solid” line_height=”1″ line_color=”#333333″ icon_type=”selector” icon_size=”32″ icon_style=”none” icon_color_border=”#333333″ icon_border_size=”1″ icon_border_radius=”500″ icon_border_spacing=”50″ img_width=”48″ line_icon_fixer=”10″ main_heading=”Taxa de Juros SELIC vs Inflação (IPCA)” main_heading_font_size=”15″ sub_heading_font_size=”12″ sub_heading_margin=”margin-bottom:15px;”](em % a.a. – final de período; em var % acumulada em 12 meses, respectivamente)[/ultimate_heading][vc_single_image image=”2792″ border_color=”grey” img_link_target=”_self” alignment=”center” img_link_large=”yes”][vc_column_text el_class=”fonteGrafico”]

Fonte: Banco Central do BrasilElaboração: AE/CDL POA.

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Assessoria Econômica
Gabriel P. Torres – Economista
gabriel.torres@cdlpoa.com.br
(51) 3017-8048    (51) 9158-6552

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