[vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]Os dados divulgados pela Fundação de Economia e Estatística (FEE) mostraram que o PIB do Rio Grande do Sul cresceu 2,5% na comparação com o 1º trimestre de 2012. Na comparação com o último trimestre, o aumento foi de 1,05%.

Na abertura por setores produtivos da economia o setor de melhor desempenho foi o primário, com crescimento de 10,2% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado.

Outros desempenhos de destaque na comparação com o 1º trimestre de 2012 são:

  • 1,6% na Indústria, o 4º desempenho negativo consecutivo;
  • +3,3% do Comércio (atacado e varejo), pelo 15º semestre consecutivo;
  • + 2,3% no setor de Serviços como um todo.

Os dados reforçam alguns diagnósticos sobre o desempenho do PIB gaúcho:

  • o setor Industrial gaúcho, basicamente voltado ao mercado externo e ao setor primário, sofre quando o desempenho Agropecuário do estado ou a Balança Comercial são desfavoráveis;
  • o setor de Serviços é quem mais tem contribuído positiviamente para o desempenho econômico do Estado;
  • esse desempenho aparentemente “descolado” da média é resultado de variáveis mais influenciadas pela conjuntura nacional que regional;
  • entre esses fatores estão o crescimento da renda real (influenciado por políticas de reajuste salariais do governo federal) e das concessões de crédito.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][ultimate_heading alignment=”center” spacer=”line_only” spacer_position=”middle” spacer_img_width=”48″ line_style=”solid” line_height=”1″ line_color=”#333333″ icon_type=”selector” icon_size=”32″ icon_style=”none” icon_color_border=”#333333″ icon_border_size=”1″ icon_border_radius=”500″ icon_border_spacing=”50″ img_width=”48″ line_icon_fixer=”10″ main_heading=”PIB-RS – Produção” main_heading_font_size=”15″ sub_heading_font_size=”12″ sub_heading_margin=”margin-bottom:15px;”](em var. % real)[/ultimate_heading][vc_single_image image=”2829″ alignment=”center” border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”full” css=”.vc_custom_1424686253664{margin-bottom: 15px !important;}”][vc_column_text el_class=”fonteGrafico”]

Fonte: FEEElaboração: AE/CDL POA.

[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][ultimate_heading alignment=”center” spacer=”line_only” spacer_position=”middle” spacer_img_width=”48″ line_style=”solid” line_height=”1″ line_color=”#333333″ icon_type=”selector” icon_size=”32″ icon_style=”none” icon_color_border=”#333333″ icon_border_size=”1″ icon_border_radius=”500″ icon_border_spacing=”50″ img_width=”48″ line_icon_fixer=”10″ main_heading=”PIB-RS – Total e Comércio” main_heading_font_size=”15″ sub_heading_font_size=”12″ sub_heading_margin=”margin-bottom:15px;”](em var. % real acumulada em 4 trimestres)[/ultimate_heading][vc_single_image image=”2830″ alignment=”center” border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”full” css=”.vc_custom_1424686297384{margin-bottom: 15px !important;}”][vc_column_text el_class=”fonteGrafico”]

Fonte: FEEElaboração: AE/CDL POA.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]Considerações da Assessoria Econômica

Em primeiro lugar o bom resultado do 1º trimestre no Rio Grande do Sul deve ser creditado ao melhor desempenho do setor Agropecuário, o que é resultado da queda expressiva experimentada pelo setor em 2012: -27,6% no 1º trimestre do ano passado.

Esse é um resultado esperado pois:

  • o setor primário têm enfrentado a cada três anos, em média, um ano com problemas climáticos;
  • esse setor tem uma participação maior em nosso estado que no resto do país;
  • tal desempenho também se reflete na Indústria, cujos segmentos mais importantes no estado estão ou ligados à atividade primária.

Contudo, o desempenho bastante volátil da produção no Rio Grande do Sul também é resultado:

  • dificuldade do estado em realocar seus recursos produtivos para atividades mais rentáveis;
  • baixo nível de investimentos no estado, especialmente educação e infraestrutura.

Tais dificuldades são resultado de:

  • alto nível de endividamento assumido pelos governos gaúchos no passado;
  • não-balanceamento do orçamento público com redução de despesas quando os custos da dívida se tornaram muito elevados;
  • sistema previdenciário que não é sustentável no longo prazo, especialmente com uma população mais idosa que no resto do país.

Isso gerou uma série de despesas rígidas e que só podem ser reduzidas por mudanças na gestão dos recursos e nas regras estabelecidas em lei. Hoje, essas despesas compreendem grande parte das receitas do estado sem, no entanto gerar muita capacidade de produção.

Para resolver definitivamente o problema do setor público gaúcho, que hoje em dia apenas consegue manter o funcionamento da máquina, seriam necessárias reformas profundas – especialmente no sistema previdenciário do estado e na organização da máquina pública.

Entretanto, com uma sociedade politicamente dividida, isso só ocorrerá se houver uma coalização política em torno de uma agenda mínima em prol de um setor público mais eficiente.

Por fim, para os próximos trimestres espera-se que o desempenho bastante positivo do 1º trimestre influencie a recuperação da atividade econômica no estado.

Nesse cenário, mantemos a projeção de crescimento do estado acima da média dos últimos anos, que tem sido  de 2,5%. Um sinal de atenção deve ser dado a Indústria gaúcha que, até o momento, não apresentou recuperação. Com os incentivos criados para investimentos pelo governo federal esse cenário pode se reverter no restante do ano.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][ultimate_heading alignment=”center” spacer=”line_only” spacer_position=”middle” spacer_img_width=”48″ line_style=”solid” line_height=”1″ line_color=”#333333″ icon_type=”selector” icon_size=”32″ icon_style=”none” icon_color_border=”#333333″ icon_border_size=”1″ icon_border_radius=”500″ icon_border_spacing=”50″ img_width=”48″ line_icon_fixer=”10″ main_heading=”Governo do Rio Grande do Sul: Receitas Correntes vs Despesas Correntes” main_heading_font_size=”15″ sub_heading_font_size=”12″ sub_heading_margin=”margin-bottom:15px;”](em R$ bilhões constantes – IGP-DI mai/13)[/ultimate_heading][vc_single_image image=”2831″ alignment=”center” border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”full” css=”.vc_custom_1424686355241{margin-bottom: 15px !important;}”][vc_column_text el_class=”fonteGrafico”]

Fonte: STN; Secretaria da Fazenda – RS; FGVElaboração: AE/CDL POA.

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Assessoria Econômica
Gabriel P. Torres – Economista
gabriel.torres@cdlpoa.com.br
(51) 3017-8048   (51) 9158-6552

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